Kino gravando sopapo candombeado, a galera curtindo na casa do Guilherme, verão de 2011. Bataclã FC na Teimosia da felicidade.
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sábado, 26 de março de 2011
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Bataclã no Festival de Música de POA
Dia 3 de outubro temos mais uma oportunidade de comemorar nossos 13 anos de estrada. A banda tem a honra de fazer o show de intervalo da final do Festival de Música de Porto Alegre. Festival que viu nascer, nos altos da Glória em 1998, a sonoridade mestiça da banda. O show será no intervalo entre a apresentação dos concorrentes e a divulgação dos nomes dos vencedores. O Show inicia a partir das 20h, no Teatro Renascença, Érico Veríssimo esquina com Ipiranga.
Ouça nossas músicas e veja o que estamos fazendo no site Felicidade do Bataclan.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Trilha d'O Grande Tambor
As coisa se desenvolvem em grande velocidade nesse momento. Em 10 dias teremos as 4 músicas compostas para Trilha sonora do filme O Grande Tambor, que trata do tambor de sopapo e da história do negro no Rio Grande do Sul, finalizadas. A elas se juntarão canções de Richard Serraria e Bataclã FC em um cd que vai acompanhar o material produzido pelo Coletivo Catarse.
esse vídeo mostra um pouco do nosso trabalho no estúdio. No baixo o grande Filipe Narcizo, na mesa o não menos grande Galuco Minossi, eu falando bastante e o Kino só de olho com o que fazíamos em cima dosseus belos arranjos percussivos.
esse vídeo mostra um pouco do nosso trabalho no estúdio. No baixo o grande Filipe Narcizo, na mesa o não menos grande Galuco Minossi, eu falando bastante e o Kino só de olho com o que fazíamos em cima dosseus belos arranjos percussivos.
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terça-feira, 13 de abril de 2010
Sopapo no Teia
O Teia é um encontro nacional de Pontos de Cultura. Gente de todo o país, artistas, coordenadores de Pontos, uma grande festa da diversidade, uma oportunidade de troca única.
No encontro foi apresentado à rede de Cultura e Saúde, durante o Teia das ações, o projeto de resgate do tambor, sua história e algumas das canções compostas para o filme. Representando a Rede Sopapo estavam Sarah Brito, Têmis Nicolaidis e Sergio Valentim (Sopapo), Marcelo Cougo (violão e voz), integrantes do Coletivo Catarse, do Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre e da banda Bataclã FC, além de Diego Kurtz (cuíca), do Ponto de Cultura e Saúde Teia Viva. Tocando pandeiro, junto com a turma estava o Marcelo de Paula, do Ponto de Cultura e Saúde Vila na Trilha.
As fotos são do Jackson Brum do Circulando.
Diego Kurtz (Cuíca) e Sergio Valentim (Sopapo)

Sopapo na roda

Marcelo Cougo e o Sopapo
No encontro foi apresentado à rede de Cultura e Saúde, durante o Teia das ações, o projeto de resgate do tambor, sua história e algumas das canções compostas para o filme. Representando a Rede Sopapo estavam Sarah Brito, Têmis Nicolaidis e Sergio Valentim (Sopapo), Marcelo Cougo (violão e voz), integrantes do Coletivo Catarse, do Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre e da banda Bataclã FC, além de Diego Kurtz (cuíca), do Ponto de Cultura e Saúde Teia Viva. Tocando pandeiro, junto com a turma estava o Marcelo de Paula, do Ponto de Cultura e Saúde Vila na Trilha.
As fotos são do Jackson Brum do Circulando.
Diego Kurtz (Cuíca) e Sergio Valentim (Sopapo)

Sopapo na roda

Marcelo Cougo e o Sopapo
terça-feira, 9 de março de 2010
Aprenda a gravar o Sopapo
Use dois microfones na captação de sopapo: um eletrovoice (usado para bumbo de bateria, por exemplo) para captar freqüências graves na parte debaixo do instrumento e outro condensador na parte superior para captar a palma da mão. Deve-se colocar o instrumentista numa cadeira de pé, ótima medida para o resultado final pois a saída inferior de ar do instrumento precisa de espaço em relação ao chão para circulação das freqüências de graves e para que o microfone não seja atingido durante o toque do instrumentista (o que ocorre com facilidade se o instrumentista é posto na posição de pé dentro do estúdio, como se estivesse na avenida ao nível do chão ou num palco com os pés no assoalho). O uso da cadeira resolve isso assim como a possibilidade de o instrumentista tocar acavalado/sentado sobre o sopapo, boa alternativa também. Tome cuidado ainda com o ar condicionado pois vai interferir na afinação do instrumento, visto que a pele é de couro de cavalo ou gado, o que varia bastante com a variação de temperatura. Se precisar afinar às pressas pode ser feito com ferro de passar roupa junto com uma toalha ou secador de cabelo perto à parte superior do instrumento. A forma adequada é através de uma chave nº 13 para afinação conforme explicação do Mestre Batista, batendo com um martelo no aro superior sobre os parafusos grandes que ficam presos aos rebites de ferro e apertando os parafusos com a chave. Nesse caso, a ciência é o ouvido, a percepção da sonoridade que se quer tirar do instrumento. Batista sugere uma parelha de quatro sopapos, por exemplo, afinados cada um num tom: A (lá), C (dó), E (mi) e F (fá); montando assim o acorde de F7M. Talvez isso e certamente muito mais você vai ver com detalhes no documentário que está sendo produzido pelo Coletivo Catarse e Bataclã FC, com finalização e lançamento ainda em 2010: por exemplo, a ação mágica de um pedacinho de compensado com um martelo, todos juntos e sobretudo com um ouvido dotado de uma sabedoria ancestral constituem o peculiar kit de afinação de Mestre Batista. "O pulo do gato", diria o griô nascido no bairro Fragata em Pelotas e morador hoje do bairro Santa Terezinha, Rua São Jorge. O pulo do gato: um dentre muitos outros, digo eu.
Voltando às dicas de gravação: depois na mixagem pode-se juntar os dois canais (gravados separados com 2 microfones diferentes) ou até usar pistas separadas dependendo do que se quer no arranjo da canção (se fôr o caso). Microfone da parte superior para células rítmicas mais recheadas de semínimas com uso das bordas do instrumento ou microfone inferior para marcação (surdo de 1ª) no centro do sopapo. Na foto de Richard Serraria, Alessandro Brinco (mestre de bateria dos Imperadores do Samba) gravando terceiro disco da Bataclã FC na Tec Áudio, janeiro de 2010. As dicas acima são fruto de uma experiência em estúdio ao longo desses 11 anos de trabalho ininterrupto (desde 1999 quando estivemos no Colégio Pelotense nas primeiras oficinas de construção dos 40 sopapos para o Cabobu, em que trouxemos o primeiro exemplar de sopapo à Bataclã FC) com o instrumento secular das charqueadas adaptado ao contexto de uma banda de rock.
Texto de Richard Serraria para o blog Tambor de Sopapo
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domingo, 21 de fevereiro de 2010
Tambor de Sopapo

A Rede do Tambor de Sopapo conta agora com um blog para atualizar as coisas do projeto e outras ações que envolvam o instrumento. Essas são as últimas de Pelotas, gravações para documentário:
Dna. Sirlei, carnavalesca e griô, patrimônio vivo do carnaval de Pelotas.
Mestre Baptista, carnavalesco, griô e o luthier de Pelotas que fabrica o instrumento.
Dilermando, coordenador da ong Odara,
músico percussionista e aprendiz de griô do Mestre Baptista.
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Bataclã FC no Fórum Social Mundial
A Bataclã FC fez dois shows durante as atividades do Fórum Social Mundial, que aconteceu em Porto Alegre e região Metropolitana. Na abertura do FSM, segunda, na Prainha do Gasômetro, a frustração pelo péssimo tratamento aos músicos que não fazem parte da "elite" midiática local. Desrespeito, atropelo, falta de organização foram sentidas na pele por quem estava lá para celebrar a diversidade da música feita no RS. Coisas de quem prepara tudo no atropelo, para não ter perdas políticas, pois duas semanas antes da abertura do Fórum, Porto Alegre ainda não tinha preparado uma agenda cultural. Subimos ao palco sem ter passado o som, às 18:20 da tarde, sem público, pois ainda acontecia a Marcha de abertura do Fórum e fomos convidados a sair 12 min depois.
Totalmente diferente foi o show de quinta, organizado no Acampamento Internacional da Juventude, em Lomba Grande, na noite do MPB. Muitos artistas de outros estados. Apesar de uma passagem de som bastante demorada, o clima era de confraternização e alegria. Os shows foram muito bem recebidos pelo público que aumentava a medida que avançava a madrugada.
As fotos são de Ana Lúcia Valdez, show no Acampamento. Foi uma noite de muitas estréias: Têmis Nicolaidis nas imagens, Sara Brito na Produção Executiva, a energia da gurizada e a manha dos veteranos, o axé de Mestre Chico...como disse o Serraria: Os Uniformes laranjas de novo em ação!
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Cresce a Rede Sopapo

Cresce a Rede Sopapo durante o Fórum Social da Periferia
A Rede Sopapo, criada para resgatar o Tambor de Sopapo e sua contribuição cultural, celebra a adesão da Casa Brasil e da banda Bataclã FC, no dia 05 de fevereiro, às 14h, durante o Fórum Social da Periferia, que será realizado em Pelotas / RS.
O Fórum Social das Periferias é uma iniciativa da Uniperiferia / Rede Periferias, identificada com o empoderamento autônomo e sustentável de comunidades e grupos sociais em situação de desfavorecimento.
A atividade da Rede Sopapo será transmitida ao vivo pelos sites do Coletivo Catarse, da Rede Vidadania e Bataclã FC.
Foto anexada de Coletivo Catarse sobre Mestre Batista.
Para a Rede Sopapo trazer à tona a história deste instrumento é de interesse de toda a sociedade, pois traz consigo o registro material da existência do negro e sua contribuição cultural em uma região dominada pela predominância do positivismo branco.
Esta rede constitui-se, então, a partir da articulação de um conjunto de realizações já em andamento e projetadas para o futuro. Nesse sentido, integram-se diversas instituições em uma teia de relações que visa a tão somente fortalecer e potencializar ações de promoção da identidade do negro nesta região do Brasil.
Atualmente participam da Rede Sopapo o Coletivo Catarse, os Pontos de Cultura Quilombo do Sopapo, Ventre Livre, Teia Viva e o Movimento de Apoio ao Mestre Batista.
Saiba mais sobre a REDE SOPAPO no texto anexado.
Tambor de Sopapo está na raiz da história do extremo sul do Brasil. Desde as charqueadas até o embalo dos carnavais de rua de Pelotas e de avenida em Porto Alegre. No entanto, a partir dos anos 1970, o processo de carioquização do carnaval brasileiro fez com que este instrumento de difícil construção e de grande porte fosse substituído por instrumentos conhecidos como surdos, também de sonoridade grave e com processo de construção insdustrializado. Como resultado, o tambor de sopapo esteve em vias de extinção, iniciando-se um resgate no ano de 2000, através de iniciativas como o Projeto CABOBU.
As atividades do Fórum Social das Periferias acontecerão em Pelotas, entre os dias 3 e 7 de fevereiro de 2010, nas estruturas existentes no entorno do CDD - Comitê de Desenvolvimento do Dunas (Incubadora / Projeto Casa Brasil, Estádio Esportivo, Centro Comercial, Escolas, Associação de Bairro e Comunidade Católica), na Av. Ulisses Guimarães, 2057 - Loteamento Dunas.
A banda Bataclã FC atua politicamente através de sua força expressiva e musical, entendendo a arte como veículo de transformação social sobretudo. Mestiçagem musical: rock, rap, samba gaúcho, peso, conectividade, poesia, trabalhando ainda com o ativismo musical; eis as ferramentas de transformação.
CONTATOS:
Coletivo Catarse
51.3012.5509
www.coletivocatarse.com.br
Pedro De Camillis
51.9826.4685
pdcamillis@gmail.com
pedro@coletivocatarse.com.br
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Crenças a céu aberto
Essa canção nasceu da leitura de uma coluna na revista Caros Amigos, assinada pelo Gilberto Vasconcelos, que tratava da vida e da obra do historiador, folclorista e antropólogo Luis da Câmara Cascudo, um estudioso apaixonado pelas coisas do Brasil e do seu povo. O trabalho de arranjo é coletivo, com uma boa produção do Guilherme. O vídeo é realização da Têmis Nicolaidis, colega de Coletivo Catarse e no Ponto de Cultura Ventre Livre. Seu primeiro trabalho na banda.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
A invisibilidade do negro no RS
.Mestre Giba Giba e o tambor de Sopapo
Nas oportunidades que tive de viajar pelo Brasil com amigos, seja a trabalho ou pra curtir um pouco, ao falar sobre as coisas do Rio Grande, sua cultura, povo, política, na maioria das vezes houve surpresa entre as pessoas com quem comentávamos sobre a importância dos negros na formação do estado.
A nossa imagem vendida para o resto do Brasil é a de um recanto europeu, com tímida presença indígena e quase nada sobre os negros. A cultura consumida aqui dentro também é essa, mesmo que contrarie a realidade, nossa própria percepção. A migração alemã, italiana, açoriana, a troca constante com os espanhóis é hegemônica quando se trata da imagem do gaúcho. No máximo se permite a presença dos índios na figura de um Sepé Tiaraju, herói das guerras jesuíticas ou de um Pedro Missioneiro, personagem de o Tempo e o Vento. Quanto ao imenso contingente de negros, trazidos a ferro nos tempos da escravidão quase nada. O famoso episódio da traição dos Lanceiros Negros ao fim da Guerra dos Farrapos ainda não foi de todo esclarecido e como é uma marca tão negativa na história dos heróicos guerreiros brancos não se faz muita questão de descortinar a verdade aos olhos do presente.
Há alguns anos em uma matéria da revista Aplauso de setembro de 2006, edição 78, alguns dados me chamaram a atenção: o Rio Grande é o estado brasileiro onde maior população que se declara umbandista (1,1% dos gaúchos) segundo os censo de 2000. Ainda na mesma revista, o antropólogo e professor da UFRGS Ari Pedro Oro afirma existirem no RS cerca de 30.000 centros de cultos Afro-brasileiro. Somente para comparar o n de CTGs, no mundo inteiro gira em torno de 1.500.
Nosso carnaval teima em existir e até mesmo se fortalecer, mesmo com o boicote escancarado do poder público que é capaz de levar essa festa popular para os mais distantes espaços da cidade, sob o argumento da dificuldade em manter a estrutura e a grande afluência de público. O Acampamento Farroupilha continua no centro de Porto Alegre.
Dentro dessa lógica de camuflagem midiática, por vezes patrocinada pelos poderes do estado, causa estranheza aos brasileiros do além Mampituba esse discurso de artistas como Bataclã FC, Giba Giba, entre muitos outros, que resgata a importância do tambor de Sopapo e da cultura negra em geral na nossa formação. Os toques de batuque Afro-gaúchos, as cores desse povo, suas crenças misturadas nessa zona de fronteira, tudo isso e muito mais precisa ser revelado, apreciado, no mínimo respeitado e não mais escondido sob o risco de mantermos alienados toda a população do estado do Rio Grande do Sul. Numa próxima oportunidade quero falar sobre o Tambor de Sopapo, instrumento que esteve em vias de extinção e agora retorna vigoroso, com seus timbrem diversos, ao nosso convívio musical e espiritual.
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Confirmado:

Chegada
Agora mesmo chegamos
Na beira do seu terreiro
Para tocar e cantar
Licença peço primeiro
Meu senhor, dono da casa
Acordai, se estais dormindo
Venha ver a estrela D'alva
Que bonita está saindo
Meu senhor, dono da casa
Se escutar me ouvireis
Que dos lados do Oriente
São chegados os Três Reis
Vimos lhe cantar os Reis
E também lhe visitar
Ó de casa, casa santa
Onde Deus veio habitar
Meu senhor, dono da casa
Peço licença prá cantar
Recebei este Terno
O passado vem lembrar
Viajaremos para Maquiné no sábado, localidade de Solidão, onde, às 21 hs, saindo da Farmacinha, se dará o Terno de Reis. Agendamos conversa com o Mestre, "Seu" Renato Alves e estamos levando máquinas fotográficas, gravadores e filmadoras. Mas quem somos nós? Esse que escreve, o Serraria e o Bódi da Bataclã FC mais o Carlos e o Pedro Hahn do http://www.zoomrs.com/
A idéia é registramos essa festividade e depois organizarmos o material, junto com outros registros de festejos populares. Se quiserem saber mais sobre essa festa tem vários sites e teses. Imagens encontrei poucas, nenhuma daqui. na volta eu posto umas fotografias. O link abaixo é de um site muito bom sobre cultura popular brasileira:
...http://www.jangadabrasil.com.br//
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terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Marcadores para essa postagem
Não entendi ainda para que servem esses marcadores, alguma função eles devem ter senão não estariam aqui, em espaço tão nobre, não o meu, mas o mundo dos blogs. Aqui ao lado a Mag brinca com minha mãe, puxa um paninho, coisa das prediletas dela, Mag, a mãe fica rindo, enquanto navego por esse blog sem a menor inspiração, pensando no que escrever, qual das novidades contar. Bem, vamos a duas então: Fechamos o contrato com uma das turmas que documentou o ciclo de palestras Fronteiras do pensamento. Serão 4 filmes e um deles terá a trilha sonora da Bataclã FC. Coisa bacana essa, agradeço a amiga Fernanda Dorneles, que fez essa ponte.Outra lance interessante é que estamos, eu o Serra e mais o Carlos, do Zoom RS, combinados de ir ver e documentar, do nosso jeito, o Terninho de Reis que acontece dia 6 de janeiro em Maquiné. Pode ser o início de um projeto interessante, a busca das identidades culturais populares que formam nosso povo, sem CTG, Patrão e Capataz, as outras, as excluídas. Vamos ver no que vai dar!
Vou botar várias palavras nos marcadores de texto, quem sabe assim eu entendo.
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